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Apr 30, 2017

ATLÉTICO MINEIRO
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CLUBE ATLÉTICO MINEIRO - GALO FORTE VINGADOR

O Clube Atlético Mineiro - o Galo mais conhecido do mundo - foi fundado no dia 25 de Março de 1908 por 22 garotos de classe média de Belo Horizonte. Naquele dia entrava para a história um time que se tornaria imortal. Um grupo de 22 garotos com média de idade de 14 anos se reuniu numa arquibancada do Parque Municipal, liderados por Margival Mendes Leal, o Vate. Faltava dinheiro para tudo, tanto que eles só conseguiram compara a primeira bola dois anos depois da fundação, e mesmo assim a pelota era de segunda mão. Os jovens jogadores que compunham a equipe eram: na defesa Eurico Catão, Mauro Brochado e Leônidas Fulgêncio; no meio de campo os irmãos Raul e Hugo Fracarolli, e Mário Toledo; e no ataque Francisco Monteiro, Mário Lott, Margival Mendes Leal e Benjamim Moss Filho. A estes nomes juntaram-se Mário Neves, Carlos Maciel, João Barbosa Sobrinho, Aleixanor Alves Pereira, Antônio Antunes Filho, José Soares Alves, Augusto Soares, Humberto Moreira, Júlio Menezes Mello, Sinval Moreira, Horácio Machado e Jorge Dias Pena.

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A primeira partida oficial do Atlético aconteceu no dia 21 de Março de 1909, contra o Sport Club Foot Ball, clube mais experiente e antigo de Belo Horizonte na época. Disputada no campo da Avenida Afonso Pena (onde atualmente encontra-se o prédio da Secretaria da Agricultura de Minas Gerais), a partida foi vencida pelo Atlético pelo placar de 3 a 0. O Galo entrou em campo com a seguinte escalação: Eurico; Mauro e Leônidas; Raul, Mário Toledo e Hugo; Mário Neves, Pingo, Margival, Zeca e Benjamin. O Sport exigiu uma revanche na semana seguinte, perdendo novamente, desta vez por 2 a 0. Daí em diante, o Atlético se tornou um clube respeitado em Belo Horizonte. Em 1910 arranjaram um campo bom para treinar. Pertencera ao Sport e ficava na Avenida Paraopeba, onde hoje é o Minascentro. No dia 25 de Março de 1913 os fundadores decidiram mudar o nome do clube de Atlético Mineiro Futebol Clube para Clube Atlético Mineiro.

Em 1914, o Atlético jogou a Taça Bueno Brandão, um torneio em homenagem ao governador do estado, contra o América e o Yale. Enfrentou duas vezes cada adversário e fez uma quinta partida contra um combinado entre as duas equipes. O Atlético marcou oito gols e não sofreu nenhum, e tornou-se campeão. No ano seguinte, ganhou o primeiro Campeonato Mineiro da história, organizado pela Liga Mineira de Esportes Terrestres. A partir daí, o clube enfrentaria um longo jejum. Em 1923, o escudo redondo com as letras CAM inscritas foi trocado pelo escudo atual.

Após onze longos anos sem títulos, o Atlético interrompe aquele que seria o décimo primeiro Campeonato Mineiro consecutivo conquistado pelo América, com o bicampeonato de 1926 e 1927, sob o comando do atacante Mário de Castro. No final da década, estiveram presentes na equipe alvinegra três dos maiores jogadores de sua história: Said, Jairo e Mário de Castro que, juntos, marcaram 459 gols com a camisa do Galo (122 de Jairo, 142 de Said e 195 de Mário de Castro). Em 1929 o Clube Atlético Mineiro inaugura o estádio Presidente Antônio Carlos vencendo o Corinthians por 4 x 2. Na década de 30, o Galo ganhou os Estaduais de 1931, 1932, 1936, 1938 e 1939, contando com craques como o lendário goleiro Kafunga e Guará. Em 1937, o clube ganha seu primeiro título a nível nacional, o Torneio dos Campeões do Brasil, superando os campeões de São Paulo (Portuguesa), do Espírito Santo (Rio Branco) e do Rio de Janeiro (Fluminense).

O Atlético dominaria o cenário futebolístico de Minas Gerais nas décadas de 40 e 50, ganhando nada menos que doze campeonatos estaduais entre 1940 e 1960, incluindo um pentacampeonato, de 1952 a 1956. Em 1945, o cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, publica num jornal local uma charge com o galo, como mascote do time. O mascote lembrava a raça dos jogadores e da torcida, que sempre lutavam até o final. A princípio o Galo não emplacou, mas o volante Zé do Monte, na época ídolo da torcida atleticana, começou a entrar em campo carregando um galo. Eram os anos 50 e a iniciativa de Zé do Monte coincidiu com o pentacampeonato alvinegro. Em 1950, o clube realizou uma das maiores façanhas de sua história, ao conquistar o título simbólico de "Campeão do Gelo", após uma bem sucedida excursão pela Europa, onde enfrentou e venceu times do Velho Mundo. O time fez uma série de 10 partidas, perdendo apenas dois jogos, empatando dois e vencendo seis, com vários jogos sendo disputados sob a neve.

Os anos 60 foram marcados pela inauguração do Mineirão. Porém, foi uma década difícil para o clube, que ganhou apenas os campeonatos mineiros de 1962 e 1963. A partir da inauguração do estádio, surgiu com força a rivalidade com o Cruzeiro, que ganhou os 5 primeiros campeonatos do novo estádio. Em Outubro de 1969, o Atlético enfrentou e venceu a Seleção Brasileira de João Saldanha por 2 a 1 no Mineirão, gols de Dario e Amauri (Pelé descontou para o Brasil), convertendo-se no último clube de futebol do mundo a derrotar o Brasil.

Em 1970, o Atlético ganha seu primeiro título no Mineirão, interrompendo a seqüência de 5 campeonatos seguidos conquistados pelo arquirrival Cruzeiro. Em 1971, ganha a primeira edição do Campeonato Brasileiro, a maior conquista da história do clube. A equipe tinha como grande estrela o lendário e folclórico goleador Dario, o Dadá Maravilha. No banco estava o treinador Telê Santana, consagrado como o maior técnico da história do futebol brasileiro. Em 1976, o Atlético voltou a ser campeão mineiro, além de ter sido 3º colocado no Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, tendo terminando sem sofrer nenhuma derrota, o Galo foi vice-campeão brasileiro. Em meados da década revela a geração de craques - como Reinaldo e Toninho Cerezo - que levariam o clube aos vice-campeonatos nacionais de 1977 e 1980, ao hexacampeonato mineiro de 1978 a 1983 e a uma série de conquistas em torneios da Europa.

A década de 1980 marcaria umas melhores fases da história do clube. Foi Hexa-Campeão Mineiro, de 1978 a 1983, além de ter ganho os campeonatos de 1985, 1986, 1988 e 1989. Teve ainda boas participações em Campeonatos Brasileiros, sendo vice-campeão em 1980 (quando só não obteve o título devido às más arbitragens), 3º colocado em 1983, 1986 e 1987 e 4º colocado em 1985. Foi nessa década que grandes craques jogaram pelo clube, como Reinaldo (o maior ídolo da história do clube), Toninho Cerezo, Éder, João Leite, Luizinho, e outros.

Na década de 1990, o Atlético sagrou-se campeão mineiro em 1991, 1995 e 1999 e teve boas participações em Campeonatos Brasileiros, sendo vice-campeão em 1999, 3º colocado em 1996 e 4º colocado em 1994 e em 1997. Em 1992, conquistou a Copa Conmebol, seu primeiro título internacional oficial, repetindo o feito em 1997, sagrando-se bicampeão da competição sul-americana. Administrações e negociações mal sucedidas quase afundaram o Galo nos anos 90. Em 99, com uma equipe fomada por craques rejeitados por grandes clubes, como os atacantes Marques e Guilherme, o Galo faz uma campanha surpreendente, vence o estadual e chega às finais do Brasileirão contra o Corinthians.

Os anos 2000 não têm sido muito generosos com o Galo, o qual atravessou diversas crises. O clube conquistou apenas dois estaduais (2000 e 2007), e foi vice-campeão em 2001 e em 2004. Chegou às quartas-de-final da Libertadores em 2000 e foi 4º colocado no Brasileirão de 2001. Desde a posse de Ricardo Guimarães, em 2001, o time passava por uma maré de azar, tendo perdido todos os mineiros, e sendo eliminado por diversas "zebras" na Copa do Brasil (Brasiliense em 2001, Santo André em 2004, Ceará em 2005). Em 2004, quase foi rebaixado à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Porém, no ano seguinte, o Atlético teve o pior ano de sua história e não pôde evitar o rebaixamento.

Em 2006, mesmo afundado em dívidas, o Atlético conseguiu montar um time competitivo, deu a volta por cima e sagrou-se Campeão Brasileiro da Série B, retornando à elite do futebol brasileiro. O maior destaque da campanha foi a presença da torcida atleticana, que quebrou todos os recordes de público no Mineirão durante a competição. Na última rodada, a torcida chegou a lotar dois estádios. Além do Mineirão, onde ocorreu a festa oficial do título, o estádio Independência também ficou cheio. Lá, a torcida acompanhou ao jogo em telões. Feito este que acabou por eternizar a camisa 12 do clube - ninguém mais vai usá-la, pois pertence à sua torcida. Em 2007, Ziza Valadares tomou posse e o Galo foi Campeão Mineiro após seis anos sem o título.

Torcida

Uma torcida heróica, a maior do Estado de Minas Gerais, que a cada jogo proporciona espetáculos de rara beleza e emoção. Uma torcida que é, sem qualquer dúvida, o patrimônio maior do Clube Atlético Mineiro.

A torcida do Atlético é conhecida em todo país por seu fanatismo. Desde seu surgimento, o Atlético abriu as portas para todas as classes sociais, enquanto que o América inicialmente só aceitava pessoas das classes ricas e o Cruzeiro, imigrantes ou descendentes de italianos.

O Atlético é o clube que mais levou torcedores ao Mineirão, desde sua inauguração em 1965, com 20.887.391 torcedores em 1.011 jogos. Mesmo tendo realizado 51 jogos a menos que o rival Cruzeiro, segundo colocado, no estádio, o Galo levou 1.542.884 torcedores a mais, segundo pesquisa publicada em 2002 pela ADEMG, órgão que administra o Mineirão.

O Atlético foi o primeiro clube a ter alcançado a marca dos dez milhões de torcedores levados ao estádio no Campeonato Brasileiro, somando-se todas as suas participações desde o primeiro campeonato, em 1971. Ao final de 2006, 12.350.287 torcedores foram torcer pelo Galo na principal competição nacional.

 
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Clube Atletico Mineiro - Galo Forte Vingador · Copyright © 2007 Michael M. Palhano